E chegou o momento de responder a minha primeira tag, e aqui temos uma “Tag Literária”. Não vou poder dizer quem elaborou essa tag, pois acabei fazendo algumas modificações (acrescentando perguntas e retirando outras). 

Sem mais delongas, vamos lá!

Comprar agora e ler depois?  

A regra é essa: comprar para ler depois. Às vezes, quando vou para algum lugar e esqueço de levar um livro, acabo comprando um para passar aquele tempo. Porém, no entanto, todavia… quando chego em casa, ele volta para a estante e para a “fila dos livros que serão lidos”.

Dobrar o canto ou marcar as páginas? 

Sou de uma geração em que não podíamos fazer “orelhas” nos livros e nos cadernos (você é desse tempo? Sabe o significado disso?). Então, já dá para imaginar que dobrar o canto do livro não é algo que faço. Já marcar as páginas foi um hábito que adquiri (não faz muito tempo) e amei. Faço sempre!

Terminar a leitura a meio do capítulo?  

Já fui a pessoa que só parava de ler um livro depois de finalizar um capítulo. Hoje estou mais liberta disso. Deu sono? Preciso parar a leitura? Sem nenhuma cerimônia, faço isso na parte em que o livro estiver. 

Sublinhar ou escrever nos livros?  

Não e não. Ah, gente, como falei: sou de uma geração que precisava usar os livros sem deixar vestígios. E isso tem muito a ver com o fato de que o livro que eu usava já tinha sido de outra pessoa, e o meu seguiria adiante. Sendo assim, a gente não podia riscar, fazer anotações, amassar…

Comprar livros pela capa?  

Nunca aconteceu. Tenho livros com histórias boas e capas que acho lindas, mas não os comprei por conta da capa. 

Emprestar livros?  

Só fiz isso uma vez, aos 16 anos, e nunca mais. Percebe-se que a minha experiência foi terrível. Emprestei um dos meus livros preferidos da Coleção Vagalume (*Meninos Sem Pátria* – Luiz Puntel) e nunca me devolveram. Passei o ano de 2024 procurando em sebos uma edição com a mesma capa do livro que eu tinha. Resultado: achei!!!

Ler a última página do livro, sem estar perto do final?  

Ah, não mesmo. Até para uma pessoa como eu, que não liga para spoiler, isso já é demais. Vamos seguir o fluxo da história, não é mesmo?

Cheirar os livros que são novinhos em folha? 

Não é algo que faço sempre, mas, vez por outra, me pego “saboreando” o cheiro sem igual de um livro novo. 

E-book ou livro físico?  

Depende. Livros de autores que eu gosto, histórias que já gosto ou que têm grande possibilidade de me agradar, esses eu não abro mão de ter em físico. Os demais (que podem entrar na categoria “livros Sessão da Tarde”) podem ser e-book. 

Capa dura ou capa mole?

Mais um “depende”, e vou explicar o motivo: para o uso na leitura, a capa mole é, sem dúvida, a melhor opção. Porém, o tanto de livro com capa dura lindo é algo que não resisto. Certamente, na minha estante, você vai encontrar um mesmo livro na versão “normal” e na versão capa dura. 

Ficção ou não-ficção? 

Para me “desligar do mundo”: ficção. E coloquei entre aspas pelo simples fato de que os livros de ficção que eu leio, muitos deles, trazem questões reais. Os de não-ficção viram a minha chave para o “momento do trabalho”. A leitura é feita de uma forma diferente. 

Harry Potter ou Crespúsculo?  

Harry Potter, no entanto… ah, gente… Como J. K. Rowling é péssima. Esse é um dos casos em que tenho uma briga interna, afinal, os livros dessa série dela me encantaram, e ao mesmo tempo a escritora me causa repulsa. Complicado demais. 

Livro único ou série?

O meu mais sincero “tanto faz”. Se a história é boa e a autora (ou autor) consegue resolver em um livro, ótimo! Se a história render uma sequência envolvente e a peteca continua no ar, por mim, tudo certo também. 

Livraria física ou online?

Uma livraria física (ou sebo) é algo incomparável. A mágica que acontece quando você entra em um espaço cheio de livros, pode pegar, ler a sinopse, folhear… Não existe comparação. 

Livro longo ou curto?  

Livro bom. Se é longo ou curto, isso não é um problema. O problema, talvez, seja a minha coragem (ou falta dela) para ler um livro longo. 

Drama ou ação?

Nem muito drama e nem muita ação. Um livro que sabe equilibrar essas coisas realmente ganha o meu coração.

Medo de spoiler?

Nenhum. Inclusive, os canais que eu sigo, e que são os meus preferidos, são de pessoas que contam a história do livro sem se segurar nos spoilers.

Opiniões ruins de outras pessoas impactam a escolha de um livro?  

Chegamos em um lugar sensível. Na maioria das vezes, isso não me pega, mas existe apenas um livro que eu não consegui ler por ver algumas pessoas trazendo problemáticas que me fizeram criar um bloqueio. Esse livro é *Imperfeitos* (Christina Lauren). Já vi resenhas negativas de outros livros, mas consegui ler e fazer as minhas próprias avaliações. Esse livro, porém, ficou difícil. 

Bem, é isso!  

Espero que, através dessa tag, você tenha conseguido conhecer um pouco mais da Dani leitora. Quem sabe outras tags aparecem por aqui.  

Dani Rabelo 

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