Aqui, é importante destacar o papel do Partido dos Trabalhadores. O PT deve, pode e precisa dizer o que o governo nem sempre pode ou quer. É função do partido ir à luta quando o assunto é a defesa da taxação dos super-ricos, do fim da escala 6×1 e de outras pautas urgentes para a classe trabalhadora.

Nas redes, memes, vídeos e charges expõem e traduzem o que o Centrão e a cúpula do Congresso dizem – cheio de subterfúgios, meias-verdades ou mentiras descaradas. E como sabemos que esse caminho está certo?

Basta ver a reação. O presidente da Câmara, Arthur Lira (PP), e outros líderes do Centrão estão incomodados com os vídeos que os colocam no centro do debate. A mídia hegemônica tenta emplacar o discurso de “nós contra eles”, como se os super-ricos fossem as vítimas. Até o principal jornal da Globo assumiu o papel de porta-voz dos mais ricos e do Congresso.

Se toda essa movimentação acendeu o alerta desses grupos, é porque estamos no caminho certo.

A proposta que pode frear a desigualdade no Brasil

O projeto de justiça tributária do governo, que tramita no Congresso, pode ser decisivo para reduzir a desigualdade no país – uma pauta urgente não só aqui, mas no mundo todo.

Hoje, o sistema tributário sobrecarrega quem vive do trabalho e alivia quem vive do capital. O resultado? Uma das maiores desigualdades do planeta.

Segundo a PNAD Contínua (IBGE, maio/2024), os 10% mais ricos do Brasil ganham, em média, 13,4 vezes mais que os 40% mais pobres. Enquanto a elite recebe R$ 8.034 por mês, os trabalhadores de menor renda ficam com apenas R$ 601 – 92,5% a menos.

O PL 1087/2025, que causou tanto debate, prevê que os super-ricos paguem pelo menos 10% de imposto efetivo sobre seus rendimentos. Atualmente, milionários com renda acima de R$ 1 milhão pagam apenas 2% ou 3%.

O plebiscito popular e a luta pelo fim da escala 6×1

Além da taxação dos mais ricos, outra pauta urgente é o fim da escala 6×1, rejeitada por 70% dos deputados (segundo a Quaest). Movimentos sociais e centrais sindicais lançaram um plebiscito popular em 1º de junho para pressionar por essa mudança e pela isenção do IR para quem ganha até R$ 5 mil.

O Brasil foi construído sobre injustiças – e é hora de mudar

Temos uma das menores taxações sobre renda entre os países da OCDE, enquanto os impostos sobre consumo pesam mais sobre os pobres. A luta por justiça tributária não é só econômica: é um passo fundamental para reduzir desigualdades históricas.

A pressão popular, a mobilização nas redes e a atuação firme do governo e do PT são essenciais para enfrentar o Centrão e a elite econômica.

A taxação dos super-ricos pode se tornar realidade. Eles podem, finalmente, pagar a conta que lhes cabe.

Dani Rabelo

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Partido dos Trabalhadores (PT) tem um papel fundamental na luta por políticas progressistas no Brasil. Enquanto o governo nem sempre pode ou quer se posicionar de forma direta, o PT deve, pode e precisa defender pautas urgentes, como:

✅ Taxação dos super-ricos – Garantir justiça fiscal e redistribuição de renda.
✅ Fim da escala 6×1 – Melhorar as condições de trabalho dos brasileiros.
✅ Direitos da classe trabalhadora – Avançar em políticas que beneficiem os trabalhadores.

O PT tem a missão de lutar por essas demandas e pressionar por mudanças necessárias. Qual o seu papel nessa transformação?

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