Ler A Maldição do Ex, de Rachel Hawkins (editora Alt), foi um ótimo jeito de começar as minhas leituras de 2026. O livro estava na minha estante há algum tempo (desde 2024), e só em dezembro de 2025 olhei para ele e ele para mim.
Foi uma leitura relativamente rápida, mesmo levando em conta que em dezembro o trabalho se intensifica e as confraternizações pipocam, e que o meu ritmo de leitura em 2025 não foi dos melhores (eu me comparando comigo mesma). Ainda assim, a leitura aconteceu de um jeito muito legal.
Como eu sabia muito, muito pouco sobre a história, ao me deparar com os elementos mágicos inseridos na trama, fui surpreendida positivamente. Eu, que estava esperando um romance dentro do padrão daqueles que eu já leio, não imaginava que a magia faria a história de Vivienne e Rhys tão legal.
E acho que foi justamente isso que mais me prendeu no livro. O casal tem química, a tia e a prima de Vivienne são maravilhosas, mas o que verdadeiramente me “encantou” foram as passagens em que a magia estava aflorando. Talvez eu tenha lembrado do bruxinho mais famoso da literatura internacional? Certamente sim.
Nos momentos em que a magia estava presente na história, a descrição da autora fez com que eu conseguisse visualizar as cenas: brilhos, fogo, caveiras endiabradas, fantasmas raivosos… Eu realmente consegui enxergar cada detalhe.
E, para não dizer que não falei das flores…
O clímax do livro, na minha opinião, foi um tantinho corrido. Aquilo que foi o ápice da trama passou com a velocidade de um estalar de dedos. Um pouco mais de páginas teria caído bem. E, aproveitando que estou citando os momentos finais do livro, o encontro do casal (e não venham me dizer que isso é um spoiler, por favor) não me fez sentir que a história terminou “lá em cima”. Não foi ruim, mas, digamos, passou na média.
Confirmando que as últimas páginas do livro não prejudicaram a minha experiência geral, já coloquei na minha lista de compras a continuação: O Feitiço do Beijo.

Dani Rabelo

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